quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O nosso pequeno jardim de catos

 Hoje decidimos fazer um pequeno jardim de catos- Arranjamos pequenas latas que reciclámos e porque nos deram catos, fomos à nossa horta buscar terra para encher as latas.


Tirámos com algum cuidado para não estragar as outras plantinhas


E enchemos as latinhas que já tinhamos.


 Uma a uma.




Falámos sobre cada uma delas. Nenhuma tinha picos e algumas tinham flor.





 Depois regámos as outras plantinhas que tinham já sede.


Ficaram logo mais viçosas


Chegou a hora de varrer, porque quando mexemos na terra fazemos sempre muito lixo.



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Documentário sobre autismo


De que forma o autismo afeta a sociabilidade, a linguagem, a capacidade lúdica e a comunicação da criança? Selecionei este documentário bastante instrutivo sobre o transtorno neurológico que atinge aproximadamente uma em cada mil crianças.

Guilherme, de 4 anos, é autista. O transtorno começou a ser observado pela mãe, Cláudia Zirbes, quando o menino tinha um ano e três meses. Guilherme não falava e parecia não ouvir. Fez vários exames até se confirmar o diagnóstico de autismo. Atualmente, é atendido por uma psicóloga, que desenvolveu um programa baseado na Análise Aplicada do Comportamento (ABA). Guilherme também participa de uma pesquisa que associa informação auditiva mais informação visual num sistema alternativo de comunicação.

Márcia Madalozzo percebeu que a filha era "diferente" quando ela tinha só dois meses. O desenvolvimento de Júlia era aparentemente normal, mas ela apresentou uma hipotonia leve e em seguida, começou a equilibrar tudo o que encontrava no dedo polegar. Aos 11 meses, começou a perder as poucas habilidades que tinha adquirido. Quando a filha completou um ano e três meses, Márcia já não tinha mais dúvidas de que ela era autista. Júlia faz tratamento biomédico, dieta SGSC, fono, e equoterapia. Frequenta a escola regular, gosta muito de animais, livros e seu sonho atual é ser a Rapunzel. Márcia participa de uma ONG que ajuda crianças autistas.

O Autismo não traz alteração física, mas comportamental. É uma disfunção neurológica de base orgânica que interfere na comunicação e relacionamentos afetivos. Não ocorre por bloqueios ou razões emocionais, mas pode ser agravado por estes. O transtorno nunca desaparece por completo. Porém, com os cuidados adequados, o indivíduo se torna cada vez mais adaptado socialmente.

Este documentário conta com a participação do neurologista e psiquiatra, presidente do Centro Pró-Autista, Wanderley Manoel Domingues; da terapeuta ocupacional, supervisora do Centro Pro-Autista, Heloiza Maria Zanella Goodrich; da orientadora do Grupo TEIAS, que trabalha com tecnologia e educação, Liliana Passerino; do psicólogo e coordenador do Núcleo de Estudos em Políticas de Inclusão Escolar da UFRGS Claudio Roberto Baptista.

Professor: aprenda a combater o bullying durante as aulas

Fonte: Shutterstock

Muitos professores enfrentam um grande desafio: o combate ao bullying em sala de aula. Essa prática costuma ocorrer no ambiente escolar e está associada a intimidações e agressões frequentes praticadas contra um estudante, podendo ser na forma física ou psicológica. Como consequência, isso pode gerar uma sensação de angústia no aluno podendo prejudicar o seu aprendizado ao longo do ano.

Sabendo disso, separamos a seguir 5 métodos para combater o bullying em sala de aula. Confira abaixo:

1 - Observe o comportamento dos alunos
O primeiro passo para identificar a ocorrência de bullying é observar as atitudes dos estudantes. Caso perceba alguma mudança negativa e repentina de comportamento em algum aluno, isso pode não ser um bom sinal. Caso isso ocorra, procure conversar com o estudante e peça para que ele seja sincero com você, oferecendo ajuda. Não espere demais para tomar uma atitude.

2 - Converse com os envolvidos individualmente
No caso de identificar o praticamente e o aluno que está sofrendo o bullying, o mais indicado a fazer é conversar com ambas as partes envolvidas de maneira individual. Chame cada um dos envolvidos para ter uma conversa, em um ambiente onde você possa ouvi-los com calma, dando toda a atenção para defender o estudante que está sofrendo, deixando a vítima em uma situação mais confortável.

3 - Ouça os dois lados
Durante a conversa, é importante ouvir as duas partes envolvidas no caso. Por mais que a vontade seja a de defender a vítima, é preciso também prestar atenção nos alunos que praticaram a ofensa, observando o que eles têm a dizer. Assim, você pode identificar o motivo pelo qual esse tipo de agressão é cometida, ou seja, o que está por trás daquele bullying praticado. Caso você identifique algum problema, é possível indicar um especialista fora do ambiente escolar para trabalhar melhor com o assunto em questão, auxiliando tanto os agressores, quanto a vítima.

4 - Deixe o aluno livre para desabafar
É importante que a vítima esteja livre para falar sobre os próprios sentimentos. No entanto, não tente forçá-la a isso caso ela não queira. Uma estratégia interessante para estimulá-la a expressar o que sente é através da escrita, por exemplo. Você pode propor que o estudante escreva em um papel como foi o seu dia na escola ou quais os seus sentimentos naquele momento, por exemplo. Isso pode ajudá-lo a prestar um melhor auxílio ao aluno.

Fonte: Universia Brasil

A história de uma gata que devolveu a voz a um menino autista


Lorcan Dillan é um menino britânico de oito anos, olhos claros, sorriso no rosto, mas com uma doença que o impedia de falar. Sofria de autismo e mutismo seletivo.

A condição impedia-o de comunicar verbalmente, expressar emoções simples e desfrutar de abraços ou contacto humano. Mas tudo isto mudou radicalmente com a chegada de uma gata, a Jessi.

A ligação extraordinária entre Lorcan e a gata foi imediata. Tornaram-se inseparáveis: quando Lorcan gritava e chorava, a gata sentava-se junto a ele até que se acalmasse; à noite, deitava-se na cama até que ele adormecesse; e brincavam juntos todo o dia.

Os pais de Lorcan aperceberam-se depressa de que a criança estava finalmente a expressar suas emoções, algo que nunca tinha acontecido antes. Hoje, é um rapaz que consegue comunicar com toda a gente, desenvolver e manter amizades, falar com desconhecidos e até participar em peças de teatro.

A história inspirou a mãe do menino, Jayne Dillon, que escreveu “A Minha Gata Jessi”, editado em Portugal pela Vogais Editora, um livro que conta a experiência da família na luta contra o autismo.

Animais domésticos e crianças autistas

Já um estudo publicado em 2012 tinha provado que incluir um animal de estimação no ambiente familiar de crianças autistas pode ajudar a desenvolver as aptidões sociais das crianças afetadas pela perturbação.

A investigação francesa, publicada na revista PloS One, mostra que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo e transformador no comportamento de crianças autistas

Segundo especialistas do Centro de Investigação do Hospital de Brest, em França, as crianças com doenças do foro autista que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade, apresentam um melhor relacionamento com outras pessoas, comparativamente aos indivíduos que já nascem em lares com a presença de algum animal doméstico.

Por SAPO Crescer
artigo do parceiro:Nuno Noronha

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Jovem autista que tinha aversão a comida vira chefe de cozinha


Quando Chase Bailey foi diagnosticado com autismo, com 2 anos de idade, sua mãe temia que ele nunca teria uma infância normal. Foi exatamente o que aconteceu: entre aparições com celebridades e gravações de seu próprio programa de culinária, a vida de Bailey, hoje com 13 anos, não é nada comum.

Os dias em que o garoto americano não comia nada além de pizza, frango, batata frita e cookies ficaram para trás.

"Ele nem comia comida até os 8 anos de idade", diz Nick Ship, chefe executivo do The Upper West, restaurante de Santa Monica, na Califórnia, onde Bailey ajuda na cozinha uma vez por semana. "Para ele ir daquele estado para cozinhar e comer todo o tipo de comida é bem extraordinário."

Quando o menino foi diagnosticado, amigos e conhecidos prepararam sua mãe, Mary Bailey, para o pior. Diziam que ele nunca poderia ter emprego e nunca aprenderia a socializar, ou ser independente.


O adolescente autista Chase Bailey, de 13 anos, tira bolo do forno: ele tem programa de culinária no YouTube (Foto: AP Photo/Jae C. Hong)

Ela colocou o filho na escola e na terapia. Em casa, lutava para fazê-lo comer. Como muitas crianças autistas, Chase tinha dificuldades com comida. A aparência, o cheiro e o gosto de quase tudo o que colocava em seu prato desagradavam o garoto.

Então ele começou a assistir a programas de culinária com seu avô e gostou de ver pessoas apreciando a comida que estavam comendo. Em seis meses, ele começou a pedir para experimentar alguns tipos de comida que via nos programas. Entre os pedidos, estava jacaré frito, coxas de rã e bife de lingua.

"Ele devorava tudo", lembra a mãe. Dois anos depois, ele disse para a mãe que um dia ele queria ter o próprio programa de culinária. Ela pensou: "pra que esperar?".

Usando uma câmara amadora, eles gravaram o primeiro episódio de "Chase 'N Yur Face" na cozinha de uma amiga e postaram o vídeo no YouTube. O programa chamou a atenção de grupos de autismo. Mary Bailey começou a incremetar a produção: contratou uma equipe profissional de filmagem e começou a incorporar as gravações no cotidiano do filho, que estuda em casa.


Chase Bailey posa para foto com atriz Fuchsia Sumner, que recentemente participou de gravaçlão do programa de culinária do menino (Foto: AP Photo/Jae C. Hong)

Chace Bailey começou a escrever e-mails para os chefs que admirava, convidando para que participassem das gravações. Muitos aceitaram o convite, como o guru de comida de rua Roy Choi.

Nos 30 episódios já gravados, Chase faz de tudo, desde cupcakes até coelho assado. Os videos já têm dezenas de milhares de vizualizações.

"Ver seu filho, quando pequeno, sem falar, sem fazer contato visual, tendo grande aversão à comida, e passar disso para quase o oposto, eu não sei, parece um milagre", diz Mary Bailey.

Agora, o sonho de Chase Bailey é ver seu programa na televisão e abrir seu próprio restaurante. Ele também espera que sua experiência possa ajudar outras pessoas com autismo. "Não tenha medo de ser você", diz.

Sete atividades para acalmar crianças/jovens irritados



Como reagir a crianças irritadas, nervosas ou mesmo agressivas dentro da escola?
É claro que expor os pequenos nunca é a resposta. Mas não é fácil amenizar a birra, os surtos de violência ou choro, ainda mais quando se é responsável por uma turma de dezenas de crianças. Cada professor tem suas técnicas – e a eduqa.me selecionou sete atividades que funcionam na Educação Infantil.

Vidro da Calma


Mostrar o brilho flutuando dentro do vidro atrai as crianças pequenas, dando tempo para que elas se acalmem (foto: Chez Titie)

O Vidro da Calma (ou calming jar, em inglês), é usado para acalmar crianças pequenas após uma briga ou choro. Inspirado no método Montessori, o objetivo é distrair e tranquilizar os pequenos com a tinta e glitter colorido se movendo dentro do recipiente. Assim, eles têm tempo de respirar e conseguem prestar atenção na conversa com o professor.

Isso os ensina a respirar fundo e se acalmar por conta própria, além de proporcionar um momento para que se expressem e tentem explicar os motivos da tristeza, raiva ou frustração.

É preciso preparar o vidro com antecedência – mas, após criar o seu, ele pode ser utilizado sempre que necessário. Também é possível fazer uma série de potes com cores e efeitos variados.

Para criar o Vidro da Calma, você precisa de:
Água quente;
Glitter e purpurina;
Corante;
1 pote ou garrafa de vidro com tampa.

Despeje a água quente no vidro deixando espaço para movimentar o conteúdo (a intenção é que a criança chacoalhe o vidro, certo?). Depois, acrescente uma ou duas colheres de sopa de glitter e mexa bem, até a cola se diluir na água. Adicione a purpurina e algumas gotas de corante – recomendamos o corante alimentar, que não causa problemas caso seja engolido.

Você também pode misturar sabonete líquido ao seu vidro da calma: ele faz com que o glitter se mova mais rapidamente! Feche bem a tampa e balance o recipiente para cima e para baixo para ter certeza de que não há vazamentos antes de entregá-lo à uma criança.

Ioga

A ioga traz vários benefícios ao desenvolvimento infantil, e é uma atividade que promove a calma e o equilíbrio do corpo, tanto físico quanto mental. Também é um exercício de disciplina, concentração e coordenação motora. Já foram comprovados os efeitos positivos da ioga em crianças estressadas, desmotivadas ou de mau humor – e a prática frequente pode inclusive melhorar o desempenho escolar!

Para as crianças, a ioga é ainda uma diversão, já que elas têm a oportunidade de se movimentar e imitar posições divertidas.

Para tornar a atividade atrativa para o pequenos, o truque é usar histórias cujos personagens são animais que as crianças possam imitar. As posições são adaptadas para se adequarem ao desenvolvimento infantil. Confira algumas das poses (todas foram retiradas do site Style Craze, no artigo Fun and Interesting Yoga Poses for Kindergarten Kids):


A posição do bebê feliz: deite de costas, respire fundo, traga os joelhos para perto do corpo e balance lentamente de uma lado para o outro.


Pose da cobra: deite de barriga para baixo, respire fundo e solte o ar devagar enquanto sobe a cabeça e o tronco. Mantenha a posição com a cabeça erguida fazendo algumas respirações profundas.


Pose da borboleta: sentado no chão, junte as plantas dos pés e segure-os com as duas mãos. Mantenha as costas retas e, então, balance as pernas para cima e para baixo, como as asas de uma borboleta.


Pose do sapo: equilibrando-se nas pontas dos pés, agache-se e mantenha os joelhos bem abertos. Então, respire fundo e solte o ar enquanto coloca os pés inteiros no chão até se sentar.


Pose da lua crescente: Em pé, junte as duas mãos acima da cabeça e estique bem a coluna. Respirando fundo, curve-se para um lado e depois para o outro, alongando-se.


Pau de Chuva

Eu lembro de como o som do Pau de Chuva era hipnótico quando era criança: era irresistível passar vários minutos virando o brinquedo para cima e para baixo para escutar o barulhinho que ele fazia. Esse é outro instrumento que pode ser apresentado no momento da raiva para acalmar um aluno chateado – primeiro, para distraí-lo, depois, para que ele o manuseie, acalme-se e escute.

Para criar um Pau de Chuva, você precisa de:
Um tubo de papelão espesso ou outro material resistente (tubos de papel higiênico são muito finos) de qualquer tamanho;
Um martelo;
Pregos, pinos ou alfinetes;
Algo para preencher o tubo e fazer barulho: miçangas, feijões, milho ou outros grãos, pedrinhas ou contas.

É assim que o interior o tubo vai ficar depois de você colocar os pregos (foto: The Imagination Tree)

Coloque os pregos ao longo do tubo com pequenos intervalos entre eles. É o choque entre os grãos e os pregos que criará o som característico, parecido com a chuva. Quanto mais pregos você inserir, mais vai demorar para que todos os grãos caiam, então, o barulho vai durar mais tempo!

Então, coloque todo o conteúdo (sejam feijões, miçangas ou o que você escolheu) lá dentro e tampe bem ambos os lados do tubo. Pronto! Basta decorar seu Pau de Chuva com papel colorido, adesivos, tecido e ele estará pronto para ir para sua sala de aula.

Após fechar bem o tubo, ele pode ser decorado – por você ou pelas crianças (foto: The Imagination Tree)


Bolhas de Sabão

Bolhas de sabão são especialmente calmantes para bebês, mas alunos de 3 ou 4 anos ainda podem ser envolvidos na brincadeira. Quando a criança magoada tiver menos de um ano, apenas o professor soprando bolhas na sua direção já suficiente para entretê-la e tranquilizá-la. Ela vai assistir a mudança de cores, as bolinhas flutuando e desaparecendo, tentar apanhá-las… E esquecer o choro. Apenas lembre-se de não soprar as bolhas diretamente no rosto do bebê, porque o sabão pode irritar os olhos. Sopre ao redor dele.

Já os maiores devem ser convidados para soprar as bolhas. Além de divertido, o ato de inspirar fundo e assoprar faz com que eles se acalmem e seja possível conversar.

Massa de modelar de lavanda ou camomila

Atividades manuais são uma forma excelente de liberar o estresse. A massinha de modelar, por si só, já pode ser usada para trabalhar sentimentos de raiva, frustração e descarregar a agressividade infantil. Lembre-se: sentir raiva não é errado, as crianças apenas precisam ser ensinadas a lidar com essas emoções de maneira saudável, sem culpa e sem ferir os colegas.

Para complementar a atividade, experimente fazer uma massinha de modelar caseira com lavanda ou camomila, ambas com aromas calmantes. Você vai precisar de:
2 xícaras de farinha de trigo;
Meia xícara de sal;
2 colheres de sopa de óleo;
1 xícara e meia de água quente com chá de camomila ou lavanda (você pode comprar uma caixinha no mercado ou usar as próprias flores – é só mergulhá-las na água fervente por alguns minutos);
Corante.


Uma alternativa a comprar uma caixinha de chá e usar as flores de verdade na mistura (foto: Clare’s Little Tots)

Misture todos os ingredientes em uma tigela até que a massa fique parecida com massa de pão. Se necessário, você pode adicionar mais farinha ou mais água, dependendo da consistência desejada. Pingue algumas gotas de corante (lilás ou azul são cores calmantes) e, se quiser, coloque algumas flores secas na massa, para aumentar o perfume.


A mansinha vai ficar perfumada! Ela pode ser usada na cor natural ou você pode acrescentar corante de alimentos (foto: The Joy of Five)


Música clássica ou sons da natureza

Apagar as luzes, deitar nos colchonetes e ouvir uma música relaxante: isso basta para alterar o humor da sua turma. Além de música clássica, procure por coletâneas de sons da natureza, como o barulho de ondas do mar ou de folhas na floresta.

Massagem e carinho


Abrace a criança por trás, segurando seus braços com firmeza, e fale com a voz calma até que ela se tranquilize (foto: Huffington Post)

Caso a criança tenha um surto de raiva, tentando bater nos outros ou atirando objetos, tente tranquilizá-la, primeiro, com um abraço forte: passe os braços em torno dos ombros dela, segurando firme, mas sem machucar. Espere até que ela pare de se debater.

Então, massageie seus ombros, braços e costas, pressionando com gentileza. Se a criança quiser, ela pode deitar a cabeça em seu colo. Use uma voz calma e baixa até que a situação esteja sob controle – e, durante todo o tempo, converse com a criança para que ela saiba que está segura.

Além disso, procure remover qualquer objeto que possa machucá-la de dentro da sala ou, ainda, retire a criança do local e a leve para um lugar mais silencioso até que se sinta melhor.

O Luís no bar da escola

 O Luís está a fazer o PIT (Plano Individual de Transição para a vida pós escolar) no bar da nossa escola. É um jovem muito gentil e educado sempre pronto a colaborar. Gosta do contacto com as pessoas e adorou a ideia de trabalhar no bar às quintas feiras.


Serve às mesas sempre com um sorriso e muita delicadeza


E ouve atentamente todas as indicações ou pedidos


Embora ainda não saiba ler, reconhece com facilidade todos os símbolos que estão no programa do computador e consegue registar os pedidos, embora o faça com supervisão.


Nunca deixa ninguém para trás, perguntando sempre a quem chega o que desejam, para os poder servir.


Em suma, temos aqui um potencial barman. O Luís está de parabéns. Ah e a Dona Idália também. É uma dedicada supervisora.