sábado, 21 de novembro de 2015

"Desobediência excessiva pode ser transtorno", diz psiquiatra infantil

Em entrevista, o especialista Gustavo Teixeira, autor do livro "O reizinho da casa", explica as diferenças entre uma simples birra e o transtorno desafiador opositivo Getty Images Uma das características da criança com transtorno desafiador opositivo é a dificuldade de trabalhar em grupo na escola Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos. Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva

 
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Uma das características da criança com transtorno desafiador opositivo é a dificuldade de trabalhar em grupo na escola

Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos.

Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva pode indicar que a criança sofre de transtorno desafiador opositivo. Confira, na entrevista abaixo, como os pais podem identificar e lidar com essa condição:

iG: A criança desafiadora ou desobediente deve ser fonte de preocupação para os pais?
Gustavo Teixeira: É natural que toda criança durante seu desenvolvimento tenha um comportamento desobediente, opositor. Não podemos achar que tudo é patologia. Só podemos estabelecer que é um transtorno, nesse caso chamado de transtorno desafiador opositivo, quando os sintomas presentes no dia a dia dessa criança são tão graves e incapacitantes que interferem diretamente em sua vida. Provoca dor e sofrimento para ela e para todos que a cercam. Essa criança tem prejuízos significativos na escola ou na área social. Existe dor. Encontramos famílias completamente desestruturadas por causa desse problema.

iG: Quais sinais indicam que o filho está cruzando o limite de apenas “ser criança” para poder ser caracterizado o transtorno desafiador positivo?
Gustavo Teixeira: São dois parâmetros que precisamos prestar atenção: o funcionamento acadêmico e o social. Quando o sintoma é grave a ponto de suspeitar do transtorno, essa criança terá prejuízo acadêmico. Ela não gosta de trabalhar em grupo, desafia professores, não aceita fazer dever em casa ou sala. Além disso, tem o parâmetro social, que vai ser o principal indicador. A criança terá dificuldade de se relacionar com iguais, vai se opor a tudo, brigar com figuras de autoridade, desafiar orientações de adultos de uma forma geral. O funcionamento social será bastante problemático. É preciso ficar alerta para esses sinais.
  •  Não aceita ordens de professores ou figuras de autoridade
  •  Não realiza deveres escolares
  •  Tem dificuldade em controlar temperamento e emoções.
  •  Testa o limite dos pais a todo momento
  •  Se aborrece e perde a paciência com frequência
  • Recusa-se a trabalhar em grupo na escola
  •  Mostra-se enraivecida, agressiva, irritada, ressentida e vingativa
  •  Apresenta teimosia persistente
  •  É o “pavio curto” ou o “esquentado” da turma.
  •  Perturba outros alunos, discute com colegas e professores.
iG: O que causa o transtorno desafiador opositivo?
Gustavo Teixeira: Esse transtorno, como outros, apresenta causas biológicas que a ciência ainda não sabe exatamente quais são. Também existem os desencadeadores ambientais. Estudos mostram que a criança que vive em lares com pais agressivos ou com normas demasiadamente rígidas pode apresentar o transtorno. Outro gatilho importante é o núcleo familiar que utiliza métodos exatamente opostos ao mencionado, ou seja, famílias sem regra alguma. Nesse cenário, a criança acaba manipulando o pai e a mãe e se torna o “reizinho” ou “rainhazinha” da casa. Os pais se desautorizam na frente da criança, ela não tem hora para almoçar, para fazer lição de casa, para tomar banho. Não existem regras a serem seguidas. Esse é um exemplo de criação parental problemática. Quando uma criança tem transtorno desafiador opositivo é mandatório fazer uma orientação com os pais porque eles também fazem parte do problema.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Frascos calmantes

Estes frascos relaxantes - calming jar, em inglês - são, diz quem já usou, uma técnica potente para acalmar crianças pequenas após uma birra, ou para, simplesmente, relaxar após um dia de trabalho.



Inspirados no Método Montessori, têm como objetivo aliviar o stress e apelar à tranquilidade, através da cor, do brilho e do movimento.

Método Montessori

A Pedagogia Montessoriana ou Método Montessori foi desenvolvida por volta de 1907, por Maria Montessori, a primeira italiana a licenciar-se em medicina. Maria Montessori também era educadora e seu método propunha a criação de um ambiente de aprendizagem mais criativo. O seu trabalho enfatiza a importância de se criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da criança.

É possível fazer vários frascos de diferentes cores e efeitos. Os tutoriais na internet podem ser uma ajuda importante. Siga estes passos e arrisque. Nunca se sabe se não é assim que vai acabar com aqueles momentos em que eles se tornam verdadeiramente insuportáveis.

Aponte a lista de material:

– Um frasco de vidro com tampa;
– Uma ou duas colheres de sopa de cola glitter;
– Três ou quatro colheres de chá de purpurina;
– Uma gota de corante alimentar;
– Água quente.


Como fazer:

A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do frasco. Leve em consideração que deve deixar um espaço vazio na parte superior do frasco, para conseguir agitar o seu conteúdo.

Deite no frasco a água quente e a cola glitter. Mexa bastante para que o glitter da cola se dilua na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do frasco.

E já está. Boa sorte!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Na quinta do tio Manuel


Porque o Luís gosta muito desta canção e porque fomos às estufas e vimos lá alguns destes animais, aqui fica o vídeo para cantarem connosco!

Fomos ver as estufas


Hoje foi dia de ir às estufas. Fomos de carrinha da câmara. A Terapeuta Janine também foi connosco.


Saímos da Esxcola e fomos até ao Jardim de Infância buscar mais meninos.


Os meninos da Unidade  do Jardim de Infância portaram-se muito bem na carrinha. Nem queriam sair.


O Luís Miguel ajudou a  levar os mais pequeninos.


Lá dentro havia catos que picavam muito.


Havia também um lago que tinha água  e morava lá um sapo.


Vimos lá umas flores vermelhas que se chamavam flores de natal.


O João Pedro gostou muito do passeio.


Depois saímos da estufa e fomos à horta.


Havia meninos que não queriam ir. Queriam brincar na água.


Vimos uma capoeira que tinha galos, galinhas e patos.


Tentámos imitar os animais



Aqui o Luís está a imitar o pato


Gostámos muito de ver os animais.


Depois de lanchar viemos embora. Foi muito divertido.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Um dia diferente na Educação Fisica


Hoje foi a professora Rosa Maria que fez Educação Física connosco. Fizemos percursos com alguns obstáculos: rodeámos as cadeiras


Passámos por cima do banco comprido tendo de fazer muito equilíbrio


depois tivemos de rebolar no tapete


e ainda tivemos de subir


e descer pelos bancos altos


depois tivemos de passar por baixo da mesa.


 e ainda tivemos de atravessar os espaldares todos de um lado até ao outro


mas conseguimos fazer tudo.


no fim ficamos muito fortes!


Mais um euromealheiro


 Acabámos de vender todos os números do nosso euromealheiro. Está na hora de irmos fazer o sorteio-


Vamos à direção e pedimos que tire do saquinho o número vencedor. vamos ver qual sai:


E o número vencedor foi o 12.


Saiu a uma senhora da secretaria: a Dona Lucinda.


Fomos levar-lhe o prémio. Ficou muito feliz.


Vem aí surpresa


Estamos a preparar-nos para o Natal que não tarda muito. Temos de pôr mãos ao trabalho.


Começam as pinturas das surpresas que temos de preparar e ninguém foge ao trabalho.


Quais são as cores escolhidas, quais são?


O verde, claro. E o vermelho, também. Para fazer o quê? depois mostramos. Agora é surpresa.