segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O canto do computador e o móbile novo


Também gostamos de fazer jogos no computador. Às vezes trabalha-se sozinho, mas também se pode trabalhar acompanhado. Temos de dar a vez e saber esperar. Engraçado é ver que trabalhando juntos as atividades parecem mais fáceis e mais divertidas.


Este mobile estranho que aqui vêem junto ao computador foi feito por nós. Na sexta feira passado tínhamos pintado os rolos de papel higiénico com uma técnica muito engraçada:


Num tabuleiro destes despejámos várias cores de tinta. Queríamos verde e não tínhamos. Então fizemos a magia acontecer. Misturámos amarelo e azul e sem pózinhos de perlimpimpim o azul apareceu.
Depois de termos posto todas as cores livremente, rolámos osrolos de papel higiênico e ficaram assim com estas manchas de cor.
Secaram todo o fim de semana e hoje construímos o móbile. Que acham?

A hora da tampinha


Este ano vamos construir um painel em conjunto com as outras 3 unidades do Agrupamento. Para isso preciosamos de tampinhas de todas as cores. Antes que fique tarde começou-se a recolha e tńhamos já 6 garrafões cheios de tampas deas mais variadas cores e formatos.
Para que na hora de fazer o painel tudo fosse mais fácil começamos hoje a separar as tampas por cores. Verificámos que há mais tampas azuis que das outras cores. O amarelo, o laranjo, o lilás e orosa são  cores as mais dificeis de encontrar. Têmo-las em menor quantidade. Também temos muitas verdes. As verdes vêm em segundo lugar.
Foi um trabalho muito divertido, masque exigiu muita paciência.

sábado, 26 de setembro de 2015

Mães cansadas

Em todas as mães guerreiras se instala o cansaço. Por vezes. O cansaço de não poder chegar a tudo, o das incertezas, o da impotência, o de querer saber mais e tanto e não conseguir no pouco tempo que a vida deixa. Por isso não resisti a deixar-vos esta crónica duma mãe cansada. Duma mãe guerreira.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Dia do Limonete

A Dona Luísa hoje trouxe-nos limonete. É uma planta que cheira muito bem. As folhas servem para fazer tisanas  que além de serem muito agradáveis ao paladar também são muito aromáticas.


Trouxe-nos as folhas em raminhos pequeninos para podermos empacotar mais fácilmente nos sacos de papel.


Empacotou-se tudo com muito cuidado para não se rasgar o saco


E fizeram-se as etiquetas onde se escreveu a palavra limonete.


A Dona Luísa depois ensinou-nos a receita da tisana que o Gonçalo escreveu no quadro antes que nos esquecesse-nos. Mais tarde escreveriamos no computador para passar ao livro de receitas.


 Depois de atados e etiquetados os saquinhos ficaram assim, prontos a vender!


Numa pequena mesa, no hall de entrada da Escola, anunciámos o produto e fizémos as nosssa vendas. Sempre com um sorriso e um agradecimento.


Falta aqui muita gente. E todos participaram nas vendas. Eu tambem trabalhei por isso não tirei fotos a todos e em todos os momentos.

  
 

Como vêem vendemos tudo e ainda ficaram encomendas.


Depois de todo este trabalho veio o chá. Dentro do termo, estava quentinho, à nossa espera. A acompanhar vieram também umas bolachinhas de limonete. a receita fica para depois!


Espero que vos tenha aguçado o apetite.

Chegada do Outono

Chegou o Outono. Como as estações agopra se misturam todas, temos alguma dificuldade em perceber muito bem como se passa dumas para as outras. Mas como nós gostamos de saber como tudo se passa, fomos pesquisar ao sítio certo: à Bibliteca da Escola.


A Biblioteca fica no primeiro piso. É uma sala com muita luz. Tem muitos livros, alguns computadores e além de mesas e cadeiras, tem alguns sofás simpáticos para nos sentarmos.


Fomos muito bem recebidos e acabámos por trazer alguma informação que trabalhámos na sala.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Os ingredientes da Educação Especial

Ana Beja

Encontrei este texto da Ana Beja no maria capaz . Como concordo em absoluto com ele, não resisti em partilhá-lo.

"A Educação Especial é feita de 2 ingredientes: dar e receber. E é nessa receita simples que reside toda a sua essência!
Contudo, nestes 2 ingredientes, a dosagem vai-se alterando! Umas vezes dá-se mais, outras, recebe-se mais! No meu caso em particular, apesar dos ingredientes nunca mudarem, a dosagem altera-se. E chego muitas vezes à conclusão de que recebo muito mais do que aquilo que dou! Todos os dias recebo. E recebo imenso!
Nesta culinária sem farinha e sem forno, ora cozinho eu, ora cozinham eles. E o que é feito pelas mãos de outra pessoa sabe sempre tão bem… E não há quem o saiba fazer melhor do que eles!! Quem não gosta de receber logo pela manhã uma bandeja de sorriso franco e de abraço fácil? Quem não gosta de ver o copo meio cheio em vez de meio vazio? Não conheço ninguém!
E não me canso de dizer que a receita é simples: dar e receber sem esperar nada em troca. E quando se cozinha com o coração, toda a receita se transforma em riqueza. Apesar da simplicidade dos ingredientes, o conteúdo é fantástico! Com ele aprendo a ser uma pessoa mais tolerante, aprendo que a conquista só se alcança com esforço, aprendo a dar valor ao que realmente importa e aprendo que o respeito e a confiança só se ganham quando aquilo que fazemos nos sai da alma.
Ensinar é um ato único. Fantástico. E só quem o vive é que o compreende. Não há palavras que o expliquem. Principalmente quando falamos de alunos com necessidades educativas especiais, onde a motivação se sobrepõe à limitação e onde a perseverança é maior do que a derrota. Onde os pequenos ganhos são enormes vitórias e onde a tristeza fica fora da porta e o sorriso nos invade o rosto.
Pois é, não há receitas mágicas na Educação Especial. Não há ingredientes mágicos. O que realmente é mágico são os verdadeiros cozinheiros que a compõem e que sabem, como ninguém, criar o prato mais fantástico que alguma vez provei!
Obrigada, queridos alunos!"
por Ana Beja

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Hoje foi dia de cozinhar

Tinhamos combinado fazer pasta de abacate. Para isso a mãe do Luís trouxe-nos um abacate.

foto tirada pelo Luís

Eu levei de casa cebola e salsa picada para evitar lágrimas e cortes, mas quando lemos a receita que já tinha publicado no blogue, verificámos que nos faltavam alguns ingredientes.


Então, depois de anotarmos os ingredientes que nos faltavam, fomos adquiri-los. Fomos a uma mercearia perto da escola comprar um limão.


Depois, na escola, fomos à cozinha para pedir um bocado de sal e alguns pães.


As senhoras tinham saído e tivemos de esperar


Quando vieram, dissemos o que queríamos. (Tínhamos papeís escritos com o que precisavamos para não nos esquecermos). As senhoras foram muito queridas e arranjaram tudo.


Quando chegámos anotámos a receita para verificar se tinhamos tudo.


Espalhámos os cartões pelas coisas que comprámos e já tinhamos. Estava tudo certo.


Foi só misturar tudo e experimentar.


O Luís não gostou muito mas mesmo assim ganhei abraço


Só houve mais um a experimentar. Os outros não ficaram na fotografia.


Depois, porque sobrou muito, fizemos muitas tostinhas e oferecemos aos professores e funcionários que encontrámos na escola. Eles disseram que gostaram. O Gonçalo José escreveu a receita no computador para depois imprimir e disponibilizar a quem a quisesse.